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DETALHE DA PARTIDA

Cruzeiro Esporte Clube
1 X 0
Club Atlético Boca Juniors

Data do jogo: 11/09/1977

Competição: Copa Libertadores da América

Estádio: Mineirão

Arbitro: César Orozco

Assistente: Vicente Llobregat Vicedo

Assistente: Ramón Barreto

Publico: 52.842      Renda: 3.025.090,00 (Cruzeiro (1970-1986).)


Cruzeiro Esporte Clube

Raul, Nelinho (), Morais, Darci Menezes, Vanderlei, Zé Carlos, Eli Mendes, Eli Carlos, Eduardo Amorim , Neca, Joaozinho

Participaram da partida em substituição: Livio

Treinador: Yustrich


Club Atlético Boca Juniors

Hugo Gatti , Vicente Pernía , José Luis Tesare, Roberto Mouzo , Alberto Tarantini, Jorge Ribolzi , Mario Zanabria , Rubén Suñé , Ernesto Mastrángelo , Carlos Veglio , Darío Felman

Participaram da partida em substituição: Daniel Pavón , Carlos Ortíz

Treinador: Juan Carlos Lorenzo

INFORMAÇÕES


Segundo jogo das finais da Copa Libertadores de 1977. O Cruzeiro lutava pelo bicampeonato, após uma derrota no primeiro jogo contra o Boca Juniors em Buenos Aires. Era tudo ou nada: vencer no Mineirão para forçar o terceiro jogo em Montevidéu. A China Azul compareceu em peso, lotando o estádio e apoiando incansavelmente o time que buscava o bicampeonato da América.

Sessenta mil torcedores estiveram presentes naquela tarde de domingo no Mineirão, empurrando o Campeão da Libertadores de 1976 rumo à vitória.

No primeiro tempo, o Cruzeiro pressionou o Boca Juniors incessantemente, mas encontrou uma verdadeira muralha no gol argentino: o lendário Gatti, que fez defesas impressionantes. O time argentino, por sua vez, pouco atacava, claramente em busca do empate para garantir o título.

No segundo tempo, o Cruzeiro manteve a pressão, até que, aos 33 minutos, veio o tão esperado gol. Nelinho, em uma cobrança de falta característica, soltou um torpedo indefensável. Dessa vez, nem Gatti conseguiu parar. O Mineirão explodiu em comemoração, e o placar final de 1x0 manteve vivo o sonho do bicampeonato.

Agora, o destino seria decidido em Montevidéu, em um terceiro jogo. Mas essa, claro, é outra história.



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