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Após conquistar o título da Copa Libertadores de 1976, o Cruzeiro embarcou para sua temporada europeia. O segundo jogo dessa turnê foi contra o vice-campeão francês da temporada 1975/76, o Nice, prometendo ser um confronto cheio de emoções e alternativas.
O palco desse grande espetáculo de futebol foi o Estade du Ray, em Nice. A torcida local compareceu em massa, e o público estimado foi de vinte mil espectadores, todos prontos para apoiar o seu time e testemunhar um grande jogo.
Logo aos 3 minutos do primeiro tempo, o Nice abriu o placar, empolgando seus torcedores. No entanto, o Cruzeiro rapidamente mostrou sua qualidade e resiliência. Aos 9 minutos, Zé Carlos igualou o placar, dando um sinal claro de que o time brasileiro estava pronto para lutar até o fim. Os franceses não se deixaram abater e, aos 38 minutos, conseguiram marcar o segundo gol, terminando o primeiro tempo com uma vantagem de 2x1.
Na segunda etapa, o Cruzeiro entrou determinado a mudar o rumo do jogo. Aos 4 minutos, Nelinho cobrou uma falta com precisão, empatando a partida novamente. O jogo tornou-se ainda mais veloz, com chances de gol para ambas as equipes. Aos 22 minutos, o Nice voltou a liderar o placar com seu terceiro gol. Mas o Cruzeiro, mostrando garra e talento, empatou novamente cinco minutos depois com Jairzinho, que marcou um belo gol.
O gol de empate deu um novo ânimo ao time cruzeirense. Aos 33 minutos, Jairzinho marcou mais uma vez, colocando o Cruzeiro pela primeira vez na frente do placar, com 4x3. Nos minutos finais, o Nice pressionou intensamente em busca do empate, mas a defesa do Cruzeiro, sólida e determinada, conseguiu segurar a vantagem.
Essa vitória foi um marco importante na turnê europeia do Cruzeiro, destacando a habilidade e a força do time mesmo fora de casa. Jogar contra equipes de alto nível na Europa e conseguir resultados positivos como esse mostrou a qualidade do elenco cruzeirense e a preparação para enfrentar desafios internacionais.
O triunfo por 4x3 sobre o Nice não apenas garantiu um lugar na história das grandes exibições do Cruzeiro, mas também solidificou a reputação do clube como uma das potências do futebol mundial naquele período. A temporada europeia de 1976, portanto, começou de forma espetacular, enchendo de orgulho todos os torcedores cruzeirenses e aumentando as expectativas para os próximos desafios internacionais.