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DETALHE DA PARTIDA

Cruzeiro Esporte Clube
2 X 1
América - MG

Data do jogo: 01/08/1954

Competição: Campeonato da cidade

Estádio: Estádio JK - Barro Preto

Arbitro: Eunápio Queiroz

Assistente: Geraldo Toledo

Assistente: Elmo Sanches

Publico: 8.000      Renda: 70.955,00 (Cruzeiro (1942-1967))


Cruzeiro Esporte Clube

Chico, Tião, Lazzarotti, Pampolini , Adelino, Bené, Fuinha, Guerino, Raimundinho (), Paulo Florêncio, Sabú ()

Treinador: Niginho


América - MG

Edgar, Gonçalves, Cazuza, Babão, Pedrinho, Barata, Centeo e Nove, Abelardo, Arnauld (), Jair, Ernani

Treinador: Yustrich

INFORMAÇÕES


O adversário daquele dia foi o América, em partida válida pelo campeonato da cidade de 1954. Sentindo-se prejudicado pelas arbitragens mineiras, o time alamedino solicitou que a partida fosse dirigida por árbitros de outro estado. O Cruzeiro, também desconfiando da imparcialidade dos árbitros locais, aceitou prontamente essa sugestão. Eunápio de Queiróz, da Federação Metropolitana de Futebol do Rio de Janeiro, foi o escolhido para apitar a partida, conduzindo-a com tranquilidade e justiça.

O Estádio JK, no Barro Preto, recebeu cerca de oito mil espectadores, ansiosos para assistir ao confronto. O Cruzeiro começou a partida dominando as ações e, aos 29 minutos do primeiro tempo, abriu o placar com um gol de Raimundinho, para alegria da torcida celeste.

No segundo tempo, o América voltou com força total e, antes dos dez minutos, conseguiu empatar a partida, lançando um balde de água fria nas expectativas do time celeste. No entanto, o gol de empate serviu como um despertador para o Cruzeiro, que passou a pressionar em busca da vitória. O esforço e a determinação dos jogadores celestes foram recompensados no último minuto do jogo, quando Sabú, com um chute certeiro, marcou o gol da vitória, fazendo vibrar de alegria a grande torcida cruzeirense presente.

A vitória por 2x1 não foi apenas um triunfo esportivo, mas também um testemunho da capacidade do Cruzeiro de superar adversidades e responder a desafios com coragem e determinação. A atuação da equipe, sob a arbitragem neutra de Eunápio de Queiróz, mostrou que o talento e a força de vontade dos jogadores eram mais do que suficientes para garantir a justiça no resultado final



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